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Alimentos fazem IPCA-15 desacelerar para alta de 0,10% em julho

IPCA-15 acumula avanço de 4,20% no ano e de 6,75% em 12 meses, até julho

Daniela Amorim, da Agência Estado,

20 de julho de 2011 | 09h08

A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15) registrou desaceleração neste mês, passando para uma alta de 0,10%, após avanço de 0,23% em junho. O resultado, divulgado há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ficou no piso do intervalo das previsões dos analistas consultados pelo AE Projeções, que iam de 0,10% a 0,22%, e abaixo da mediana, de 0,16%.

Com o resultado anunciado hoje, o IPCA-15 acumula altas de 4,20% no ano e de 6,75% em 12 meses, até julho. 

A desaceleração da inflação medida pelo IPCA-15 foi puxada, em parte, pela queda nos preços dos alimentos. O grupo registrou recuo de 0,39%, após uma variação de 0,11% na leitura anterior.

Ocorreu queda generalizada nos preços, contra um aumento em apenas poucos itens. Entre os alimentos que ficaram mais baratos, destacam-se cenoura (-11,96%), tomate (-5,18%), frutas (-5,16%), hortaliças (-4,99%), batata-inglesa (-4,13%), frango (-3,37%), carnes (-1,50%) e arroz (-1,29%). Com o resultado, o grupo alimentação e bebidas exerceu impacto de -0,09 ponto porcentual no resultado do IPCA-15 de julho. 

Combustível

O preço do etanol voltou a acelerar, reduzindo o ritmo de queda da gasolina na leitura do IPCA-15 de julho. Mesmo tendo exercido o principal impacto negativo, de -0,06 ponto porcentual, a gasolina recuou 1,49% em julho, contra uma queda de 3,43% na leitura anterior.

A diminuição do ritmo de queda foi consequência da alta de 1,79% do etanol, após ter recuado 16,53% em junho. A alta do etanol foi concentrada na região metropolitana de São Paulo, onde o preço do litro do produto aumentou 5,75%. Mas houve aumentos relativamente acentuados também em Curitiba (2,07%), Brasília (1,82%) e Salvador (1,55%).

O grupo Transportes ainda registrou recuo de 0,02% em julho, após uma queda mais acentuada em junho, de 0,73%. 

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