Alstom assina contrato com Queiroz Galvão

A Alstom assinou um contrato no valor de 270 milhões de euros com a Queiroz Galvão para instalar aerogeradores Eco 122 em dois complexos eólicos localizados na Região Nordeste, informou a empresa nesta quinta-feira. O contrato inclui a fabricação, entrega, instalação e o comissionamento das turbinas, além de um contrato de 10 anos para operação e manutenção.

AE, Agencia Estado

27 de setembro de 2012 | 12h13

Os aerogeradores serão produzidos na unidade da Alstom de Camaçari, na Bahia, que foi inaugurada em novembro do ano passado e tem capacidade para produzir 600 MW em aerogeradores por ano. Conforme a empresa, os equipamentos a serem instalados nos parques da Queiroz Galvão, de 2,7 MW, são a última evolução da plataforma de desenvolvimento da Alstom de aerogeradores de alta potência e maior eficiência.

"As pás longas capturam a energia de forma mais eficiente, e com sua área varrida cerca de 20% maior do que a das máquinas da geração atual, a Eco 122 estabeleceu um novo padrão para usinas de baixos ventos ao redor do mundo", disse em nota o vice-presidente sênior do negócio Eólico da empresa, Alfonso Faubel.

Este já é o quarto contrato da Alstom no mercado eólico brasileiro. O primeiro foi assinado em julho de 2010, no valor de 100 milhões de euros, com a brasileira Desenvix, para a construção de um complexo de 90 MW na Bahia. No ano passado, foi a vez de a Brasventos assinar um contrato de cerca de 200 milhões de euros para a construção e manutenção de três usinas eólicas no Rio Grande do Norte. Em abril passado, a Alstom assinou um contrato com a Odebrecht Energia para o fornecimento de equipamentos para quatro parques eólicos no Sul do Brasil.

Além disso, em agosto, a fornecedora de equipamentos assinou um memorando de entendimento com a Casa dos Ventos, para o fornecimento de aerogeradores a novos parques eólicos no Rio Grande do Norte, em um acordo que soma 230 milhões de euros

"Acreditamos que o mercado (do Brasil e da América Latina) continuará crescendo nos próximos anos, e a Alstom continuará fazendo parte dele", disse, em nota, o presidente da Alstom Brasil, Marcos Costa.

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