ANP diz que projetos do pré-sal podem resistir a quedas maiores de preços

Os projetos do pré-sal do Brasil, que em geral demandam grandes investimentos para extrair o petróleo de áreas bastante profundas, resistem a preços mais baixos que os atuais sem serem inviabilizados, afirmou nesta sexta-feira a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

REUTERS

28 de novembro de 2014 | 18h17

"Não tem nenhum projeto do pré-sal que eu conheço que não resista a 72 dólares... ou que não resista a 60 dólares. Pode cair, ainda tem um bom espaço para cair", afirmou Magda Chambriard em entrevista a jornalistas, após evento no Rio de Janeiro.

O petróleo tipo Brent, referência no plano de investimento da Petrobras, fechou nesta sexta-feira a 70,15 dólares o barril, com queda de 3,35 por cento, ainda repercutindo a decisão da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) de não cortar produção na véspera.

O petróleo WTI, negociado nos Estados Unidos, fechou 66,15 dólares o barril, com queda de 10,23 por cento.

(Por Marta Nogueira)

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