Reuters / Leonhard Foeger
Reuters / Leonhard Foeger

Após episódio racista, Starbucks fecha 8 mil lojas por uma tarde para treinamento nos EUA

Anúncio da companhia ocorre após dois homens negros serem presos dentro de um café; empresa é acusada de racismo nas redes sociais

Reuters

17 Abril 2018 | 16h56

A Starbucks vai fechar 8 mil  de suas lojas nos Estados Unidos, na tarde do dia 29 de maio, para treinar cerca de 175 mil pessoas sobre como prevenir a discriminação racial em seus estabelecimentos.

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O anúncio da companhia acontece após a prisão de dois homens negros em um de seus cafés na Filadélfia ter provocado acusações de discriminação racial por parte da empresa. 

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Os manifestantes pediram um boicote ao Starbucks, no que se tornou o maior teste do executivo-chefe Kevin Johnson, que assumiu o comando há um ano. "Embora isso não seja limitado à Starbucks, estamos comprometidos em fazer parte da solução", disse Johnson, que pediu desculpas pelas prisões dos dois homens e assumiu a responsabilidade pelo incidente.

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Advogados da empresa disseram que Johnson e os dois homens envolvidos “se engajaram em discussões construtivas sobre esse assunto, bem como sobre o que está acontecendo nas comunidades em todo o país”.

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Embora a Starbucks tenha habilmente navegado em questões espinhosas como o casamento gay, o controle de armas e o engarrafamento no Congresso, as relações raciais dos EUA se mostraram mais desafiadoras. 

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