ArcelorMittal vê China e automóveis como vetores de expansão

A ArcelorMittal, maior siderúrgica do mundo, vê a demanda da China e do setor automotivo, além da produção de minério e de carvão para consumo próprio, como vetores para sustentar o lucro no segundo semestre.

PHILI, REUTERS

27 de julho de 2011 | 08h02

A empresa elevou sua previsão de consumo global de aço por forte demanda chinesa e previu uma suave queda no lucro do terceiro trimestre na comparação com um ano antes.

O consumo aparente de aço na China, que não é o principal mercado da ArcelorMittal mas influencia a formação de preços e a demanda, deve subir mais que 8,5 por cento em 2011, o que significa que a alta global do consumo será de 7 a 7,5 por cento, segundo a empresa.

Preços maiores do aço e o uso da capacidade em 78 por cento ajudaram a garantir um Ebitda --sigla em inglês para lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação-- de 3,41 bilhões de dólares no segundo trimestre, mais do que analistas esperavam e maior valor desde antes da crise global de 2008 e 2009. Analistas esperavam, em média, Ebitda de 3,25 bilhões de dólares, segundo pesquisa Reuters.

Tudo o que sabemos sobre:
SIDERURGIAMITTALRESULTS*

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.