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Ata projeta baixo crescimento por período prolongado na zona do euro

'Altas taxas de desemprego na Europa, aliadas aos esforços de consolidação fiscal e a incertezas políticas, traduzem-se em quedas nos investimentos e projeções de baixo crescimento', diz a ata do Copom 

Renata Veríssimo, Eduardo Cucolo e Célia Froufe, da Agência Estado,

06 de junho de 2013 | 10h29

BRASÍLIA - O Comitê de Política Monetária (Copom) afirma na ata da sua última reunião que permanecem as perspectivas de baixo crescimento por período prolongado em importantes economias maduras, notadamente na Zona do Euro.

Além disso, indicadores de volatilidade e de aversão ao risco têm mostrado certa estabilidade. "Altas taxas de desemprego na Europa, aliadas aos esforços de consolidação fiscal e a incertezas políticas, traduzem-se em quedas nos investimentos e projeções de baixo crescimento", afirma.

A ata lembra, no entanto, que o indicador antecedente composto, divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), referente a março, sinaliza melhora das perspectivas de crescimento em algumas economias avançadas, em especial nos Estados Unidos (EUA) e no Japão.

Também cita que os indicadores do índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês), referentes a abril, indicam continuidade do crescimento global, ainda que em ritmo mais moderado, tanto no setor de manufaturas como no de serviços.

Em relação à política monetária, destaca a ata, as economias maduras persistem com posturas fortemente acomodatícias, aliadas, em alguns casos, a ações monetárias não convencionais. "Nas economias emergentes, de modo geral, a política monetária se apresenta expansionista. A inflação continua em níveis moderados nos EUA e na Zona do Euro e em terreno negativo, no Japão", conclui.

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