Barreira de preços deve ser trabalhada no Brasil, diz Oi

O executivo Zeinal Bava abriu nesta terça-feira, 10, sua primeira entrevista coletiva como presidente da Oi afirmando que o setor vive uma profunda transformação diante de redes cada vez mais rápidas e dispositivos extremamente avançados. Bava destacou as mudanças nos hábitos de consumo da população, como o uso de múltiplos aparelhos, computação na nuvem e uso das redes sociais nos aparelhos celulares.

MARIANA DURÃO, Agencia Estado

10 de setembro de 2013 | 11h21

"Queremos ter produtos e serviços para ajudar o processo de aumento de produtividade da economia brasileira", afirmou.

Bava pontuou que o 4G no mundo vai aumentar significativamente em um processo irreversível, mas hoje os aparelhos ainda são muito caros. "Isso terá que se reverter para democratizarmos o uso do 4G", disse.

Para Bava, sob a ótica do consumidor o custo vai ficar cada vez menor com o 4G. "É fundamental que essa barreira de preços seja trabalhada se quisermos levar a tecnologia a todo lugar no Brasil", afirmou.

Ao falar sobre o Brasil, Bava afirmou que o País já é uma das maiores economias do mundo, com forte crescimento futuro previsto e uma população em crescimento. Uma população jovem, com maior poder de compra e busca de controle pela inflação.

O executivo destacou que existe um elevado potencial de crescimento nos dados e TV paga. Segundo Bava não é intenção da Oi produzir conteúdo, mas distribui-lo. Em termos de dados, a perspectiva é de crescimento para pessoa física e jurídica.

"A própria penetração da banda larga fixa está aquém de seu potencial", disse. "Temos que preparar nossa infraestrutura para atender esse crescimento significativo da demanda por dados", afirmou.

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