Bio Ritmo se expande na América Latina

Foi em 2010, num evento no México, que o empresário Edgard Corona começou a esboçar os primeiros planos de internacionalização da rede de academias Bio Ritmo. Encontrou um parceiro ideal, um ambiente econômico positivo e um mercado em ascensão. Com a rede local Sport City, já inaugurou seis unidades no México e planeja outras 10 ou 12 até o fim do ano. Até 2014, serão 28 academias. Outra novidade vem do Chile, que terá 4 unidades até agosto.

AE, Agencia Estado

21 de março de 2013 | 10h52

?Estamos de olho na América Latina que dá certo, como México, Chile e Colômbia?, afirma Corona, um engenheiro químico que estreou no mundo fitness em 1996. De lá pra cá, ele criou o maior grupo da América do Sul, com 200 mil alunos - em 2010, a gestora de recursos Pátria comprou 50% do grupo. No Brasil, são 83 academias espalhadas por seis Estados (São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Pará) mais o Distrito Federal. Até o fim do ano, serão inauguradas mais 33 unidades.

O foco do empresário, que começou no mundo dos negócios administrando usinas de açúcar e álcool no interior de São Paulo, é ampliar a inauguração da rede Smart Fit - um modelo inspirado nas academias americanas de baixo custo. Ao contrário das unidades Bio Ritmo, mais caras, as Smart Fit não oferecem aulas específicas para os alunos. A academia aposta em equipamento de qualidade para musculação e exercícios aeróbicos, como esteiras e bicicletas.

Para se ter ideia, enquanto a mensalidade da rede Bio Ritmo custa em média R$ 185, na Smart Fit o aluno pode pagar R$ 52. É exatamente este modelo que Corona está levando para o México e o Chile. Segundo ele, o retorno do investimento fora do Brasil é maior e muito mais rápido.

Por causa desses fatores, a montagem de uma academia no exterior chega a custar 35% menos do que no Brasil. A estratégia usada pelo grupo para expandir os negócios no México é a parceria com o grupo Sport City, sendo 50% para cada um. No Chile, onde o tamanho da população é menor, a alternativa foi apostar nas franquias. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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