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Brasil pode ter ‘contaminação do bem’ com crise, diz Trabuco

Para o presidente do Bradesco, País precisa mostrar competitividade em suas empresas, bancos sólidos e arcabouço regulatório adequado

Altamiro Silva Júnior, da Agência Estado,

30 de setembro de 2011 | 17h05

"O Brasil pode ter uma contaminação do bem com a crise na Europa", disse o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco Cappi a jornalistas. Para o executivo, esse tipo de "contágio" viria se o mundo conseguisse ter a certeza de que o País tem empresas competitivas, bancos sólidos e um arcabouço regulatório adequado.

Para Trabuco, o maior desafio das autoridades europeias neste momento é evitar que a crise soberana de alguns países da região se transforme em crise bancária. Na crise de 2008, o movimento foi o contrário, ou seja, a crise bancária se transformou em crise fiscal.

Mesmo com o cenário de crise lá fora e bancos sendo vendidos a preços baixos, o foco do Bradesco na área de varejo segue sendo o mercado brasileiro, disse o executivo. Trabuco acrescentou que o banco não avalia nenhuma aquisição na América Latina no momento.

Pra Trabuco, o governo tem munição para lidar com a disparada do dólar. Segundo ele, a moeda norte-americana mudou de patamar e o desafio agora é encontrar um novo ponto de equilíbrio, que não será a taxa excessivamente valorizada de R$ 1,50, disse.

Para Trabuco, as empresas brasileiras têm bom nível de competitividade e possuem condições de se ajustar bem às mudanças do cenário cambial.

Trabuco participa hoje do Exame Fórum Brasil 2011 - A construção de um Brasil competitivo.

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