Cade aprova operação de BMG e a joint venture Itaú BMG

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou, sem restrições, a unificação de negócios de crédito consignado do BMG e da joint venture Banco Itaú BMG Consignado. Com isso, as operações passarão a ser concentradas na joint venture. A aprovação do negócio está publicada em despacho no Diário Oficial da União (DOU), nesta quarta-feira, 28.

LUCI RIBEIRO, Agencia Estado

28 de maio de 2014 | 09h48

O acordo prevê um aumento de capital na Itaú BMG Consignado que será inteiramente subscrito e integralizado pelo BMG. A unificação das operações da joint venture com o BMG já estava prevista, segundo comunicado do Itaú Unibanco de abril, em acordo de investimento de 13 de dezembro de 2012 que rege a associação entre os dois bancos.

Depois da capitalização, o Itaú Unibanco deterá participação de 60% do capital social total e votante da joint venture e o BMG ficará com outros 40%. Com a unificação das operações, o Itaú Unibanco deve atingir a liderança entre os bancos privados no segmento de crédito consignado. Além de sua carteira própria, o saldo de empréstimos da Itaú BMG Consignado deverá totalizar, conforme o banco, até o final deste ano, um volume superior a R$ 20 bilhões.

As empresas esclarecem, em documento enviado ao Cade, que "as estruturas do BMG e do Itaú Unibanco permanecerão inalteradas em suas atividades não relacionadas à operação, sendo que o Itaú Unibanco continuará ofertando de forma autônoma crédito consignado".

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