Carteira de crédito do Santander sobe 17% em 12 meses

A carteira de crédito a clientes do Santander Brasil encerrou o segundo trimestre do ano em R$ 171,379 bilhões, com alta de 17% em doze meses. A carteira de crédito ampliada teve alta de 18,5%, totalizando R$ 184,362 bilhões no mesmo período, conforme dados em IFRS.

SILVIA ARAUJO E ALTAMIRO SILVA JÚNIOR, Agencia Estado

27 de julho de 2011 | 10h29

O banco diz no seu relatório da administração que a estratégia de crescimento do crédito permanece amparada pelos segmentos de maior rentabilidade: pessoa física e pequenas e médias empresas (PMEs). Conforme o banco, 79% do crescimento da carteira total de crédito foram provenientes destes segmentos, sendo 43% em pessoa física e 36% em pequenas e médias empresas.

O segmento de pessoa física registrou crescimento de 23,4% em doze meses e de 6% no trimestre, mostrando aceleração em ambos os períodos. Os produtos de maior destaque na carteira foram cartões e imobiliário.

O volume de crédito do segmento de pequenas e médias empresas somou R$ 41,034 bilhões no segundo trimestre de 2011, com alta de 27,7% em doze meses e de 4,7% no trimestre.

O retorno sobre o patrimônio líquido do Santander no segundo trimestre foi de 18%, com queda de 0,1 ponto porcentual. No final de junho, o índice de Basileia era de 21,4%, com redução de 1,3 ponto porcentual em três meses e de 2,0 pontos porcentuais em doze meses.

Receitas com prestação de serviços

O Santander registrou receitas com prestação de serviços de R$ 3,648 bilhões no primeiro semestre, alta de 9,5% na comparação com o mesmo período de 2010. O destaque no período foi o crescimento de 54% nas receitas com seguros e títulos de capitalização, que somaram R$ 917 milhões.

No segmento de seguros, o Santander tem estratégia focada na venda de produtos de outras seguradoras em sua rede. No começo do ano, anunciou parceria com a Zurich para a comercialização de produtos em toda América Latina.

Os cartões de crédito tiveram receitas de R$ 635 milhões no primeiro semestre, alta de 44% em 12 meses. O banco encerrou junho com 38,4 milhões de plásticos de crédito e débito, alta de 8,7% em 12 meses.

Já nas operações de mercados de capitais, houve queda de 11,7% nas receitas. Nos ganhos com tarifas bancárias também houve queda, de 5,2%.

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