China estuda diminuição das restrições ao uso de moeda estrangeira

A partir de 1º de dezembro em certas regiões, não será exigida a verificação de alguns itens, incluindo os pré-pagamentos dos produtos pelas empresas

Hélio Barboza, da Agência Estado,

24 de outubro de 2011 | 07h36

A China vai lançar um teste de simplificação das regras para as transações de bancos e empresas com moedas estrangeiras no comércio de bens, conforme comunicado da Administração Estatal do Câmbio (Safe, na sigla em inglês).

A partir de 1º de dezembro em certas regiões, a Safe não vai mais exigir a verificação de alguns itens, incluindo os pré-pagamentos dos produtos pelas empresas, bem como os cancelamentos e os adiamentos dos pagamentos, informou o órgão regulador.

O presidente do Banco do Povo da China, Zhou Xiaochuan, disse em um fórum nesta segunda-feira que a China pode diminuir as restrições ao uso de moeda estrangeira pelos cidadão do país na medida em que o país avance para uma posição mais equilibrada no balanço de pagamentos internacionais. A ideia não é permitir que os cidadãos comuns tenham moeda estrangeira em suas mãos, mas que eles decidam sobre seu uso para oportunidades de investimento", disse o presidente do BC, sem dar um prazo para a adoção dessa política.

Ele afirmou ainda que o superávit em conta corrente da China deve ficar neste ano em torno dos 4% do Produto Interno Bruto (PIB). As informações são da Dow Jones.

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