Cia aérea chilena LAN prevê 2o semestre melhor e prioriza Brasil

Os negócios de transporte de carga deve se recuperar no segundo semestre de 2009, depois de um desempenho negativo na primeira metade do ano, previu o presidente da companhia aérea LAN, Jorge Awad, nesta sexta-feira, que também afirmou que sua prioridade é ampliar os negócios da empresa no Brasil.

REUTERS

26 de junho de 2009 | 19h17

A LAN, uma das maiores do setor na América Latina, registrou uma forte queda em seus negócios de carga na região, que tem sofrido com os efeitos da crise financeira global.

A empresa, com sede em Santiago e unidades no Chile, na Argentina, na Colômbia, no Equador e no Peru, divulgou uma queda de 17,4 por cento no tráfego de carga em maio, em comparação com o mesmo período no ano passado, devido a uma desaceleração dos mercados de exportação e importação na América Latina.

"No segundo semestre, deve se ver os negócios de carga começarem a crescer e o transporte de passageiros continuar com a tendência que temos tido (desde maio)", disse Awad à Reuters.

A LAN registrou uma alta inter-anual de 11,4 por cento em seu tráfego de passageiros em maio, apoiada no desempenho favorável de suas operações no Chile, Argentina, Peru e Equador.

Em meio à desaceleração do setor aerocomercial, Awad reafirmou que a prioridade da LAN para o curto e médio prazo é a ampliação de suas operações através de uma unidade de negócios no Brasil, como fez na Argentina, no Equador e no Peru.

Em todo caso, a LAN já começou em março suas operações no mercado doméstico de carga no Brasil, como parte de seu objetivo para ampliar sua posição no setor na região.

"A única coisa que podemos dizer é que temos paciência", afirmou Awad sobre o prazo para concretizar o ingresso da LAN no transporte de passageiros no Brasil.

(Reportagem de Antonio de la Jara)

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