CMN aprova entrada do RBS no Brasil

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje o encaminhamento de uma proposta de decreto para a presidente Dilma Rousseff autorizando a entrada do The Royal Bank of Scotland no Brasil. A instituição terá como foco atuar como banco de investimento, mas também terá autorização para atuar com câmbio.

CÉLIA FROUFE E EDUARDO RODRIGUES, Agencia Estado

30 de junho de 2011 | 14h35

O capital mínimo exigido para entrar no Brasil é de R$ 17,5 milhões, mas o projeto do RBS é trazer R$ 140 milhões ao País, segundo o chefe do departamento de organização do sistema financeiro do Banco Central (BC), Adalberto Gomes da Rocha.

Atualmente, o grupo já atua no Brasil com uma representação para clientes, mas não especificamente como uma instituição financeira. "O BC só lida, fiscaliza e controla instituições financeiras. Qualquer outra atividade, não é do BC. Por isso não tenho mais detalhes", justificou o chefe do departamento.

O público alvo de atuação do banco no Brasil serão as grandes empresas, os clientes corporativos. O grupo foi fundado em 1727, atua em mais de 50 países, possui 150 mil funcionários e uma base de clientes de 40 milhões de pessoas. A sede da instituição será em São Paulo. "O momento é oportuno, a economia brasileira é atrativa, todos estão interessados em atuar no Brasil", citou Rocha.

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