Isac Nóbrega/PR
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Cohiba e Montecristo: lendários charutos cubanos enrolados à mão têm vendas recordes

Estatal de charutos de Cuba diz ter registrado crescimento de 15% no ano passado nas receitas com as vendas de charutos, se recuperando do tombo na pandemia

Reuters

11 de maio de 2022 | 18h08

HAVANA - O estatal de charutos de Cuba, Habanos S.A., disse nesta quarta-feira, 11, que registrou vendas recordes de seu famoso charuto enrolado à mão em 2021, recuperando-se muito bem após dois anos de desaceleração provocada pela pandemia.

Restrições a viagens em 2020 devido ao coronavírus haviam sido um golpe duro à demanda de países que dependem do turismo, como Cuba, e também às vendas em free shops de aeroportos ao redor do mundo, reduzindo as receitas da estatal cubana.

Mas a Habanos declarou um crescimento de 15% nas suas receitas em comparação ao ano anterior, segundo um comunicado em seu site, no momento em que programas de vacinação começam a ter efeito e com parte das viagens globais sendo retomada.

Charutos cubanos enrolados à mão, que incluem marcas como Cohiba, Montecristo e Partagas, são considerados por muitos os melhores do mundo.

A boa notícia sobre a venda de charutos, um dos principais produtos de exportação do país comunista, é um raro ponto positivo para a economia cubana, atingida pela pandemia e sanções mais rígidas dos Estados Unidos.

A fabricante de charuto cubano disse que Espanha, China, Alemanha, França e Suíça são os principais mercados para o seu produto.

A ilha no Caribe não pode vendê-lo no maior mercado mundial de charutos, os Estados Unidos, por causa do embargo comercial americano que já dura décadas. / Reuters 

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