Correção: Vale espera resolver situação com a China

A nota enviada anteriormente continha duas incorreções. No segundo parágrafo, o correto é dizer que há sete portos no mundo para receber navios com capacidade para 400 mil toneladas, e não na Ásia. No último parágrafo, o certo é "baixo custo" e não "alto custo" como estava grafado. Segue o texto corrigido.

FERNANDA GUIMARÃES, Agencia Estado

21 de novembro de 2012 | 21h05

São Paulo, 21/11/2012 - A Vale espera chegar a um acordo para a atracação dos navios mineraleiros da companhia na China no médio a longo prazo, segundo o diretor executivo de Finanças e de Relações com Investidores da mineradora, Luciano Siani. Esses navios têm capacidade de 400 mil toneladas. De acordo com o executivo, existe lógica econômica para que os navios da empresa atraquem em território chinês, hoje o maior destino do insumo brasileiro.

O diretor da Vale afirmou que atualmente há sete portos no mundo com capacidade de receber esses navios, e que o plano da empresa é utilizar todos os seus navios desse porte, mesmo sem a permissão para que atraquem na China.

Minério

O diretor da Vale afirmou que a produção de minério de ferro do Brasil não acompanhou o crescimento da produção australiana, e que essa é a razão para a Vale ter perdido parte de sua participação de mercado. No entanto, o executivo lembrou que todo o minério produzido hoje pela empresa está sendo colocado no mercado internacional.

Em relação ao preço do minério de ferro, Siani afirmou que eles "devem ficar atraentes mesmo para produtores de baixo custo".

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