Edgar Su/Reuters
Edgar Su/Reuters

Corretora de criptomoedas Foxbit recebe R$ 110 mi de conglomerado chinês

A companhia nasceu em 2014 e é uma das mais antigas corretoras brasileiras em operação; empresa já negociou R$ 20 bilhões e tem quase 1 milhão de clientes cadastrados

Aramis Merki II, O Estado de S.Paulo

22 de fevereiro de 2022 | 12h26

A corretora de criptomoedas brasileira Foxbit recebeu aporte de R$ 110 milhões do OK Group, conglomerado chinês dono da bolsa cripto OKCoin. Os recursos serão usados principalmente para desenvolvimento de novas tecnologias, contratação de pessoas nos times de produto e tecnologia, e potenciais aquisições, informa a empresa em nota.

 A Foxbit iniciou processo de captação no final do ano passado e deve seguir com outras conversas estratégicas. A igc Partners e o Pinheiro Neto Advogados, assessoraram a Foxbit na rodada e continuam atuando nos futuros movimentos. “Durante as conversas, percebemos que o segmento ainda é muito novo para muitos investidores, e ter um dos maiores representantes do setor no mundo como parceiro, com certeza solidifica nossa tese e apetite de parceiros nacionais e internacionais”, afirma Ricardo Dantas, um dos CEOs da Foxbit, na nota.

 Desde sua fundação, a Foxbit operava de maneira independente, sem nenhum grande investidor por trás, aponta o CEO João Canhada no comunicado. Com atuação no mercado B2B2C - que oferece produtos a empresas que atendem o consumidor final -, a Foxbit ampliou em 2021 a sua ferramenta de cripto-como-um-serviço para grandes players brasileiros.

 A companhia nasceu em 2014 e é uma das mais antigas corretoras brasileiras em operação. Já negociou R$ 20 bilhões e tem quase 1 milhão de clientes cadastrados. Por sua vez, o OK Group opera em mais de 180 países e regiões, atendendo a mais de 50 milhões de usuários..

 

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