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CSN espera atingir plena capacidade em cimento no fim do ano

A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) prevê atingir até o final do ano plena capacidade em cimento, disse nesta segunda-feira o presidente-executivo da empresa, Benjamin Steinbruch.

REUTERS

30 de agosto de 2010 | 12h03

"Nós estamos vivendo um momento bastante oportuno. Está faltando cimento no Brasil. Hoje se está importando cimento", afirmou o executivo a jornalistas.

"Hoje nós estamos faturando já por volta de 110 mil toneladas por mês. Vamos até o final do ano para 150 mil tonelada por mês, o que faz com que a gente praticamente atinja plena capacidade no final do ano", acrescentou.

No primeiro semestre, a CSN produziu 377 mil toneladas de cimento. No mesmo período, as vendas somaram 373 mil toneladas, com receita líquida de 71 milhões de reais.

A CSN é novata no mercado de cimento e tem uma fábrica em Volta Redonda, no Rio de Janeiro.

A CSN fracassou na tentativa de comprar a cimenteira portuguesa Cimpor, tendo lançado uma oferta hostil pela companhia em dezembro do ano passado, buscando uma posição relevante no mercado global de cimento.

A oferta da CSN disparou uma resposta rápida de duas das principais cimenteiras do Brasil, Votorantim e Camargo Corrêa, que compraram participações relevantes da Cimpor sem manifestarem intenção de assumir o controle da empresa portuguesa.

(Reportagem de Silvio Cascione)

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