Custos e despesas operacionais da Oi crescem 2,2% no tri

Os custos e despesas operacionais da Oi subiram 2,2% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período do ano passado, para R$ 4,89 bilhões. "A Companhia manteve sua margem sob controle, sendo que os custos e despesas que apresentaram crescimento foram os diretamente ligados à maior abrangência das operações e ao crescimento futuro de receita", informou a empresa em seu relatório de administração.

RODRIGO PETRY, Agencia Estado

30 de abril de 2013 | 09h09

O item que puxou os custos e despesas operacionais foi o de "serviços de terceiros", que cresceu 16,3%, para R$ 2,2 bilhões. Este aumento é reflexo do incremento das despesas com manutenção da planta, em função do aumento da base de clientes e do foco em melhoria da qualidade; maiores gastos com comissões de venda; e aumento da aquisição de conteúdo contratado para TV paga.

Por outro lado, os custos de interconexão recuaram 5,9%, para R$ 1,1 bilhão. "Esta redução está relacionada à queda de tráfego e à redução das tarifas de VU-M, parcialmente compensados pelo aumento do tráfego de TU-RL e SMS", afirmou a empresa.

Entre os demais gastos, os relacionados a "pessoal" atingiram R$ 531 milhões, alta de 10,2%, puxado pelo aumento do quadro para manutenção de rede externa da Oi, que internalizou parte dessas operações; crescimento de canais próprios de vendas (lojas próprias e porta a porta); e implantação das estruturas regionais ao longo de 2012, visando maior agilidade da operação nos diferentes mercados. O número total de funcionários apresentou crescimento de 15% na comparação anual.

A provisão para devedores duvidosos (PDD) alcançou R$ 209 milhões no primeiro trimestre, representando 3,0% da receita líquida, ante 2,9% de igual período do ano passado.

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