Daremos oportunidade a quem quer a casa própria, diz Dilma

De acordo com a presidente, prestações do 'Minha Casa' serão equivalentes a, no máximo, 10% da renda da família, durante uma década

Agência Estado,

20 de junho de 2011 | 11h05

A presidente Dilma Rousseff utilizou nesta segunda-feira, 20, o seu programa semanal de rádio, "Café com a Presidenta", para falar sobre a segunda etapa do projeto habitacional "Minha Casa, Minha Vida". Dilma disse que o governo vai contratar e subsidiar a construção de 2 milhões de moradias até 2014, a maioria destinada a famílias que ganham até R$ 1,6 mil por mês.

De acordo com a presidente, as prestações serão equivalentes a, no máximo, 10% da renda da família, durante uma década. "Nós vamos dar oportunidade para todos que querem conquistar a sua casa própria, para as populações de mais baixa renda e também para aqueles que constituem a nova classe média", afirmou.

Dilma afirmou que o projeto das casas e dos apartamentos adquiridos por meio do programa mudou para dar mais conforto e segurança aos moradores. De acordo com ela, os imóveis serão maiores que aqueles da primeira etapa do "Minha Casa, Minha Vida", com piso de cerâmica em todos os cômodos e azulejos na cozinha e no banheiro. Além disso, terão sistema de aquecimento solar. "O aquecimento solar dispensa o chuveiro elétrico, que é a parte mais pesada, quase 30%, na conta de luz. Então, nós temos aí também uma boa economia de dinheiro para a família que vai morar nessa casa", disse.

Outras mudanças destacadas pela presidente são a dispensa para mulheres da assinatura do marido no contrato de compra do imóvel e a inclusão de famílias que vivem na zona rural no programa de financiamento. "Todas as famílias querem ter uma casa própria, onde possam criar seus filhos, receber seus parentes, desenvolver seus laços afetivos com amigos, ter abrigo e ter segurança", afirmou Dilma, ao lembrar o retorno do programa para a economia do País. "A construção de milhões de moradias movimenta as fábricas, o comércio e o mercado de trabalho. É um motor que dá impulso a toda a economia."

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