Demanda de passageiros da Gol cresce 35% em dezembro

A demanda de passageiros da companhia aérea Gol subiu 34,8 por cento em dezembro em relação ao mesmo período de 2008.

REUTERS

08 Janeiro 2010 | 11h42

Após cenário de elevada competição de preços entre o final do terceiro e início do quarto trimestre, o "yield" --a média que um passageiro paga por um quilômetro voado-- apresentou recuperação e ficou acima de 19 centavos de real no mês.

Com isso, o yield no quarto trimestre ficou em cerca de 18 centavos de real, enquanto no acumulado de 2009 foi ligeiramente acima de 20 centavos de real.

De outubro a dezembro de 2008, o yield da Gol tinha sido de 25,59 centavos de real, enquanto em todo o ano de 2008 foi de 23,27 centavos de real.

As ações da Gol subiam 1,84 por cento às 11h23, para 27,15 reais. O Ibovespa mostrava oscilação positiva de 0,29 por cento.

A Gol transportou 2,827 milhões de passageiros em dezembro, contra 2,097 milhões um ano antes e 2,458 milhões em novembro de 2009. Com isso, a taxa de ocupação no mês passado foi de 76,3 por cento, sobre 64,7 por cento em dezembro de 2008 e 71,6 por cento em novembro de 2009.

O aumento no fluxo de passageiros decorreu de "efeito combinado do melhor posicionamento da companhia nos mercados em que atuou ao longo de 2009 e aumento da demanda, impulsionada principalmente pelos sinais de recuperação da economia brasileira", conforme a Gol.

No quarto trimestre, a demanda da Gol subiu 38 por cento sobre igual intervalo de 2008 e 15,9 por cento na comparação com o terceiro trimestre de 2009, para 7,77 milhões de passageiros. A taxa de ocupação foi de 73,4 por cento nos três meses até dezembro, avançando quase 14 pontos percentuais sobre um ano antes e 7,7 pontos na comparação com os três meses encerrados em setembro.

Enquanto isso, a oferta de lugares em voos subiu 12 por cento nos últimos três meses 2009 ante o mesmo período de 2008, e 3,7 por cento sobre o terceiro trimestre do ano passado, para 10,6 milhões.

Com relação a 2009 como um todo, a Gol teve um incremento de demanda de 3,1 por cento, para 26,1 milhões de passageiros e taxa de ocupação de 65,3 por cento, 3,7 pontos percentuais maior que a de 2008. Já o número de assentos caiu 2,7 por cento, para quase 40 milhões.

(Por Alberto Alerigi Jr.)

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