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Demanda por aço na China vai melhorar, mas incertezas persistem

A demanda por aço na China, maior produtor do insumo do mundo, deve subir durante a temporada que marca forte consumo, mas as medidas do governo para conter a liquidez no crédito podem injetar incertezas no mercado, afirmou a Associação de Ferro e Aço da China (Cisa), nesta terça-feira.

REUTERS

20 de abril de 2011 | 15h00

"A política monetária vai em breve ser mais apertada para reduzir a pressão inflacionária e isso causará escassez de capital para as empresas (siderúrgicas) e trazer incertezas à demanda do mercado (de aço)", disse a Cisa em relatório mensal.

A inflação ao consumidor na China no ano até março mostrou alta para 5,4 por cento, ritmo mais rápido desde julho de 2008. A China elevou o depósito compulsório dos bancos pela quarta vez este ano, sinalizando a determinação do governo em resfriar a economia.

A Cisa informou que os estoques dos cinco principais produtos de aço, incluindo vergalhões, bobinas a quente e a frio e placas, nas 26 principais cidades do país, caiu para 16,89 milhões de toneladas no início de abril, recuo de 5,6 por cento sobre o verificado no final de março.

"Os estoques ainda estão em níveis elevados em relação ao final do ano passado", comentou a entidade, acrescentando que altos níveis de produção vão elevar rapidamente a oferta, afetando o maior produtor de aço do mundo.

Mas a Cisa previu que os preços de aço vão subir levemente no curto prazo, puxados por melhora na demanda e aumento dos preços de commodities.

(Por Ruby Lian e Jacqueline Wong)

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