Dólar não muda estratégia da Cisco Brasil, diz executivo

O presidente da Cisco Brasil, Rodrigo Dienstmann, afirmou nesta quinta-feira, 22, que a forte alta do dólar pode tornar mais lenta a decisão de investimento de clientes da companhia, mas não afeta os planos de investimento de longo prazo no País.

MARIANA DURÃO, Agencia Estado

22 de agosto de 2013 | 14h37

"O dólar alto afeta nossos negócios do ponto de vista tático, mas não estratégico. A subida súbita pode mudar o timing das decisões de investimento dos clientes", disse o executivo durante a inauguração do centro de inovação do grupo no Rio de Janeiro.

Para o executivo, o câmbio atual não reduz o ânimo em relação ao Brasil. A Cisco avalia que o País ainda tem um "gap" muito grande de produtividade e enxerga uma oportunidade no uso de sua tecnologia para melhorar esse indicador e a receita de empresas locais.

O presidente mundial da Cisco, Rob Lloy, destacou que o grupo trabalha com um ano complicado para a economia global, principalmente pela desaceleração do crescimento da China. "Vemos o ambiente atual de forma conservadora, mas confiante. É uma boa oportunidade para acelerar investimentos em inovação porque nossos competidores não estão fazendo isso", disse.

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