Dubai e Exxon Mobil levam Dow à máxima em 14 meses

As ações norte-americanas fecharam em alta nesta segunda-feira, levando o índice Dow Jones à máxima em 14 meses. Um resgate financeiro a Dubai suavizou preocupações acerca de um calote, enquanto o plano da Exxon Mobil de comprar a XTO Energy aumentou o otimismo com a atividade de fusões e aquisições.

CHUCK MIKOLAJCZAK, REUTERS

14 de dezembro de 2009 | 19h48

O plano do Citigroup de devolver ao governo dos EUA cerca de 20 bilhões de dólares em financiamentos obtidos em meio à crise global também ajudou a sustentar o tom positivo, uma semana após o Bank of America ter pago integralmente 45 bilhões de dólares em empréstimos governamentais.

O Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, avançou 0,28 por cento, para 10.501 pontos. O Nasdaq Composite subiu 0,99 por cento, para 2.212 pontos. O Standard & Poor's 500 ganhou 0,70 por cento, para 1.114 pontos.

O Nasdaq encerrou no maior patamar em 15 meses.

No front corporativo, a Exxon Mobil informou que comprará a fornecedora de gás natural XTO Energy em operação envolvendo ações avaliada em cerca de 30 bilhões de dólares, excluindo a dívida.

Numa outra notícia positiva, Abu Dhabi disse nesta segunda-feira que oferecerá 10 bilhões de dólares em ajuda ao emirado vizinho de Dubai, com 4,1 bilhões de dólares para pagamento de débitos em vencimento.

"Isso com certeza aliviou a pressão sobre bancos europeus, elevando a confiança no sistema financeiro como um todo", afirmou Peter Jankovskis, um dos vice-presidentes de investimento da OakBrook Investments LLC, em Lisle, Illinois.

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