Em desaceleração, aluguel residencial sobe 0,2% em setembro, diz Secovi-SP

Oscilação mensal foi bem menor que a alta de 1,7% na comparação entre agosto e julho 

Circe Bonatelli, da Agência Estado,

21 de outubro de 2013 | 10h59

SÃO PAULO - Os contratos de aluguel residencial assinados em setembro na capital paulista registraram um aumento de 0,2% na comparação com os valores fechados em agosto, conforme pesquisa divulgada há pouco pelo Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

A oscilação mensal foi bem menor que a alta de 1,7% na comparação entre agosto e julho. A variação de 0,2% também foi a segunda menor registrada em 2013. A menor foi a alta de 0,1% na comparação de março com fevereiro.

Nos últimos 12 meses encerrados em setembro, os valores dos novos contratos de locação totalizaram alta de 9,91%, estável na comparação com os últimos 12 meses até agosto. O patamar é o maior registrado em 2013 e mostra que o aluguel ganhou força ao longo do ano, após registrar 7,75% em janeiro.

O resultado de 9,91% em setembro também foi superior aos 4,4% do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que é o índice mais comumente utilizado para reajuste anual dos contratos em vigor.

Imóveis

O levantamento do Secovi-SP mostra também que as moradias que tiveram maiores elevações de aluguel em setembro foram as de dois dormitórios, que apresentaram acréscimos médios de 0,3%, enquanto as residências de três quartos tiveram aumento de 0,1%. Os aluguéis de imóveis de um dormitório ficaram estáveis.

Em setembro, o fiador foi a garantia mais utilizada nos imóveis alugados, respondendo por quase metade dos contratos de locação residencial (48%). O segundo tipo mais demandado foi o depósito de até três meses de aluguel, utilizado por 32% dos inquilinos. O seguro-fiança foi usado em 20% dos imóveis alugados.

O período médio para uma casa ser locada em setembro variou entre 14 e 35 dias. Já os apartamentos tiveram prazo médio entre 19 e 40 dias.

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