Embraer diz que greve impede 'operações críticas'

A fabricante de aviões Embraer afirmou que uma greve iniciada na semana passada está impedindo a entrega de aviões da empresa, além de processamento de pagamentos e condução de outras "operações críticas", depois que sindicalistas impediram o acesso à fábrica no interior de São Paulo.

REUTERS

09 de novembro de 2014 | 09h40

Os metalúrgicos da Embraer entraram em greve na quarta-feira por tempo indeterminado, reivindicando aumento na oferta de reajuste salarial feita pela empresa. A greve foi convocada pelo Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região, que cobra aumento de 10 por cento nos salários ante oferta de 7,4 por cento da empresa.

A Embraer informou em comunicado enviado no sábado que fez uma oferta final de 7,4 por cento de reajuste, mas o sindicato afirmou na quarta-feira que a proposta é insuficiente.

"A prática de bloquear o acesso das pessoas ao local de trabalho tem impactado operações críticas da companhia, como entrega de aviões", disse a Embraer. "O dano potencial não apenas afeta negativamente a companhia, mas seus clientes, fornecedores e funcionários."

A companhia disse no comunicado que no evento de um impasse nas negociações a disputa pode ir parar na Justiça.

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