Emirates pede por conferência global de empresas aéreas após desastre de voo MH17

O chefe de uma das maiores empresas aéreas do mundo pediu por uma reunião global de empresas aéreas para fechar um acordo sobre uma resposta a queda de um avião da Malásia, incluindo repensar as ameaças causadas por conflitos regionais.

REUTERS

20 de julho de 2014 | 15h11

Tim Clark, presidente da Emirates, de Dubai, maior empresa aérea internacional em número de passageiros, disse que reguladores domésticos em todo o mundo podem decidir se envolver mais em dar orientações para as empresas aéreas sobre onde é seguro voar.

"A comunidade aérea internacional precisa responder como uma entidade, dizendo que isso é absolutamente inaceitável e ultrajante, e que não irá tolerar ser alvo em conflitos regionais mortais que não tem nada a ver com as empresas", disse Clark à Reuters em uma entrevista por telefone.

Ele afirmou que a Associação Internacional de Transporte Aéreo poderia chamar uma conferência internacional para ver quais as mudanças precisam ser feitas sobre a forma como a indústria lida com instabilidade regional.

(Por Tim Hepher)

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