Energia nuclear deve reduzir fatia de mercado até 2050--AIEA

A participação de mercado da energia nuclear na geração total de eletricidade no mundo pode cair à metade, para pouco mais de 6 por cento até 2050, apesar do crescimento do número de reatores em uso, disse nesta terça-feira a agência de energia atômica das Nações Unidas.

REUTERS

20 de setembro de 2011 | 19h44

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) revisou para baixo suas projeções para o uso da energia nuclear no mundo no rastro do acidente de Fukushima, no Japão, que levou o mundo a repensar sobre esta fonte de energia.

"Em nossas projeções, na melhor das hipóteses, a energia nuclear mantém sua participação de mercado", afirmou Hans-Holger Rogner, executivo sênior da AIEA. "Mas não é que a indústria não terá crescimento".

A instituição disse esperar que o número de reatores cresça até entre 90 e 350 unidades até as próximas duas décadas, contra as atuais 432 unidades.

A maioria do crescimento é aguardada para a Ásia, notadamente pelas potências econômicas China e Índia.

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