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EPE: consumo de energia cresce 7,1% em agosto

O consumo de energia elétrica cresceu 7,1% em agosto deste ano ante igual mês do ano passado, passando de 32,67 mil gigawatts-hora (GWh) para 35,006 mil GWh, de acordo com informações divulgadas pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Na comparação entre o acumulado de janeiro a agosto de 2010 ante o mesmo período de 2009, a expansão foi de 9,2%, para 276,57 mil GWh. Nos 12 meses encerrados em agosto, o aumento no consumo foi de 6,7%, para 412,02 mil GWh.

WELLINGTON BAHNEMANN, Agencia Estado

27 de setembro de 2010 | 11h44

De acordo com os dados da EPE, na comparação entre agosto de 2010 e igual mês de 2009, o destaque foi o forte crescimento do consumo de energia das indústrias, que foi de 9,5%, para 15,85 mil GWh. Segundo a EPE, a região Sudeste registrou expansão de 12% na demanda industrial de energia, sendo que o Rio de Janeiro apresentou o maior crescimento porcentual do País, com 23,8%. A região Norte foi a que registrou o desempenho mais modesto no período, com expansão no consumo de 3,7%.

O consumo residencial cresceu 4,5% na comparação com agosto do ano passado, totalizando 8,78 mil GWh. A expansão mais tímida se explica pelo baixo crescimento no Sudeste no período, que foi de 3,5%, influenciado pelo pequeno incremento de 1,1% no Rio de Janeiro e pela queda de 8,9% no Espírito Santo. "No primeiro caso, houve influência de temperatura mais baixa e quase um dia a menos no faturamento. Já no segundo caso, verificou-se deslocamento de faturamento para adequação de rotas de leitura", explicou a EPE, na resenha mensal do mercado de energia elétrica. No Nordeste, o crescimento do consumo de energia apurado pela EPE foi de 6,1%.

A classe comercial ampliou o consumo de energia elétrica em 6,1% no período, para 5,44 mil GWh. Na avaliação da EPE, esse crescimento pode ser entendido, entre outros fatores, "como uma consequência natural das condições favoráveis de crédito e massa salarial, que alavancam as atividades de comércio e serviços". A EPE também informou no documento que o consumo de energia no mercado livre apresentou crescimento de 15,9% no período, para 9,5 mil GWh.

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