Ex-executivos do Pine criam butique de investimentos

De olho num segmento que tem sido deixado de lado pelos bancos de investimento, o de assessoria financeira para médias e pequenas empresas, o ex-secretário adjunto do Tesouro José Antonio Gragnani e o veterano do mercado de capitais Emílio Otranto se uniram a outros três executivos do Pine, última instituição na qual atuaram, para criar a Brazilwood Partners.

ALINE BRONZATI E CYNTHIA DECLOEDT, Agencia Estado

12 de julho de 2013 | 08h33

A butique de investimento tem como foco três segmentos da economia brasileira: infraestrutura, agronegócios e imobiliário. O objetivo é encerrar o ano com pelo menos RS 400 milhões em mandatos concluídos.

As empresas que estão na mira da Brazilwood são aquelas com faturamento anual de R$ 50 milhões a R$ 200 milhões. Estudos indicam a existência de cerca de 20 mil grupos posicionados nesta faixa, segundo os sócios da Brazilwood.

Essas empresas também estão sendo cobiçadas por outros novos entrantes na indústria de assessoria financeira que têm atuado no vácuo deixado pelos grandes players. ?Há empresas que cresceram muito nos últimos anos e não se organizaram, não têm governança corporativa adequada para obter uma melhor linha de crédito. Nossa missão é dar o caminho das pedras para esses grupos e oferecer uma consultoria financeira customizada?, diz José Antonio Gragnani.

O portfólio atual da Brazilwood inclui os segmentos de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês), estruturação de fundos de investimento, operações estruturadas e de mercado de capitais. Mas num futuro próximo deve crescer. Isso porque a butique prepara-se para atuar também como gestora de recursos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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