Fiat confirma metas para 2011 e 2012

O executivo-chefe da italiana Fiat, Sergio Marchionne, confirmou as metas da companhia para 2011 e 2012, apesar do enfraquecimento do mercado na Europa, afirmando que a montadora está bem em outros locais, como o Brasil e os Estados Unidos. "Não há necessidade de mudar os números", disse Marchionne depois da apresentação, hoje, do sedã Thema e da minivan Voyager, dois novos modelos da Lancia, uma marca pequena porém de alto nível na Europa.

DANIELLE CHAVES, Agencia Estado

19 de outubro de 2011 | 11h54

A Fiat revisou suas metas para este ano depois de assumir o controle da norte-americana Chrysler. A companhia prevê lucro de 2,1 bilhões de euros e receita de mais de 58 bilhões de euros com a contribuição da Chrysler. Os números são apenas levemente mais altos do que os registrados em 2010 porque a Fiat se separou da Fiat Industrial, uma divisão de caminhões e tratores, no fim do ano passado, eliminando mais um contribuinte para os ganhos.

As previsões da Fiat para 2012 com a contribuição da Chrysler ainda não foram divulgadas. Quase todos os lucros da montadora são gerados no Brasil, onde a empresa é líder de mercado, e sua fusão com a Chrysler reduziu a dependência que a companhia tinha da Europa.

Saad Chehab, o novo diretor da Fiat para as marcas Chrysler e Lancia, tem muito trabalho a fazer. Seu desafio será convencer céticos motoristas europeus de que os sedãs da Chrysler importados dos EUA e renomeados sob a marca Lancia são boas alternativas aos Audis ou BMWs que costumam dirigir.

Com os dois novos modelos da Lancia apresentados hoje, a Fiat quer fortalecer a entrada da marca em segmentos premium do mercado, bem como em mercados fora da Itália, onde a Lancia faz a maior parte de suas vendas. Para a Chrysler, os planos de Chehab incluem prestar atenção no Brasil e na China, dois mercados com grande potencial de crescimento. As informações são da Dow Jones.

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