Foxconn e governo discutem localização de fábrica de displays, diz Mercadante

Segundo ministro, a empresa deseja se instalar em área próxima de estradas e de aeroporto internacional e que tenha grande disponibilidade de tecnologia de banda larga e energia elétrica

Anne Warth, da Agência Estado ,

26 de maio de 2011 | 15h54

O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, disse nesta quinta-feira, 26, que a Foxconn tem uma lista de regiões prioritárias que poderão receber os investimentos para a nova fábrica da empresa no Brasil que produzirá displays e semicondutores. De acordo com ele, a empresa deseja se instalar numa área de cerca de 50 km2, próxima de estradas e de um aeroporto internacional e que tenha grande disponibilidade de tecnologia de banda larga e energia elétrica. "Ainda não há uma definição sobre o Estado e muito menos sobre a cidade onde será feito esse investimento", afirmou Mercadante, após participar do seminário "Brasil do diálogo, da produção e do emprego", na capital paulista.

Segundo ele, a produção de tablets e celulares será feita na unidade da empresa em Jundiaí (SP). O ministro afirmou que uma equipe técnica composta por membros do Ministério de Ciência e Tecnologia, da Fazenda, do Desenvolvimento, da Indústria e Comércio Exterior e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está negociando as condições para a instalação de uma segunda fábrica no País. De acordo com Mercadante, apenas 20 países no mundo produzem semicondutores e somente quatro, displays. No caso de displays, o Brasil será o primeiro país fora da Ásia a produzir o produto.

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