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França encerra estímulos e congela gastos no orçamento para 2011

Esforço irá cortar o déficit público do recorde atual de 7,7% do PIB neste ano para 6% do PIB em 2011

Danielle Chaves, da Agência Estado,

29 de setembro de 2010 | 09h08

A França apresentou um orçamento para 2011 que prevê o fim das medidas de estímulo e o congelamento no valor dos gastos estatais para reduzir o grande déficit público do país para o nível máximo de 3% do Produto Interno Bruto (PIB), que é o limite determinado pelos tratados da zona do euro, até 2013.

A ministra de Finanças francesa, Christine Lagarde, e o ministro do Orçamento, François Baroin, afirmaram que o esforço - que vai cortar o déficit público do recorde atual de 7,7% do PIB neste ano para 6% do PIB em 2011, com base em uma projeção de crescimento do PIB de 2% - não tem precedentes. "Nunca um esforço de redução de déficit como esse foi implementado", disse Baroin.

O movimento implica na redução do déficit em € 60 bilhões, para € 92 bilhões, no próximo ano, com a maior parte gerada pelo fim das medidas de estímulo adotadas em 2009 para combater a recessão global. Gastos excepcionais, que incluem medidas de estímulo, deverão diminuir para € 2,9 bilhões em 2011, de € 70,5 bilhões neste ano.

O fim dos estímulos vai ajudar a eliminar € 8,2 bilhões do déficit público, enquanto o retorno do crescimento vai colaborar para a eliminação de mais € 5,3 bilhões do déficit, segundo o ministério de Finanças.

O governo da França espera que o PIB do país cresça 1,5% em 2010 e 2% em 2011. A França também pretende gerar € 10 bilhões em economias por meio da redução ou fechamento de buracos fiscais previstos.

As informações são da Dow Jones. 

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