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França relançará crescimento europeu, diz primeiro-ministro francês

Após encontro com a presidente Dilma Rousseff, François Fillon enfatizou que o euro é essencial para a proteção da 'civilização europeia'

Rafael Moraes Moura e Tânia Monteiro, da Agência Estado,

15 de dezembro de 2011 | 18h39

BRASÍLIA - Em viagem pelo Brasil, o primeiro-ministro francês, François Fillon, disse nesta quinta-feira, 15, que a França está plenamente determinada em controlar as finanças públicas e a "relançar o crescimento europeu". Fillon afirmou ainda que, independentemente das dificuldades, "nunca vamos transigir em relação à questão da moeda europeia".

Fillin encontrou-se nesta quinta-feira com a presidente Dilma Rousseff no Palácio do Planalto. Brasil e França firmaram acordos sobre previdência social (para permitir que contribuições à previdência de um país sejam pagas no território do outro, em caso de aposentadorias e pensões) e convênios do programa Ciência sem Fronteiras, que concede bolsas para estudantes brasileiros no exterior.

"A França está plenamente determinada não apenas em controlar as finanças públicas, mas também em relançar o crescimento europeu", disse Fillon. "Quaisquer que sejam as dificuldades que atravessemos, nunca vamos transigir em relação à questão da moeda europeia, que para nós é o símbolo da reconstrução europeia, da construção desse conjunto europeu, que é essencial para a proteção de nossa civilização europeia", reforçou.

O primeiro ministro defendeu ainda a "reforma da governança mundial", dizendo que o Brasil deve ocupar o "lugar que merece", citando como exemplo o Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Ao final do discurso, Fillon comentou a turbulência na Síria. "Ficamos horrorizados com os massacres das populações civis que ocorrem pelo mundo e fico satisfeito em constatar que uma grande maioria de Estados, inclusive França e Brasil, condenaram os atos de Bashar al-Assad e  espero que a comunidade internacional tenha condições de acabar com o sofrimento imposto ao povo sírio."

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