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Furlan diz ser contra tributação de fortunas no Brasil

Para o executivo, aplicação do imposto só iria tirar dinheiro de um setor que investe bem seus recursos para transferir a outro, o governo, que gasta mal suas receitas

Francisco Carlos de Assis e Anne Warth, da Agência Estado,

30 de setembro de 2011 | 16h49

O presidente da Galf Empreendimentos e membro do Conselho de Administração da BR Foods, Luiz Fernando Furlan, disse nesta sexta-feira, 30, ser totalmente contrário à criação de um imposto sobre fortunas no Brasil. Furlan, que participou do Exame Fórum 2011- A Construção de um Brasil Competitivo, na capital paulista, avaliou que um imposto sobre fortunas só iria tirar dinheiro de um setor, o privado, que investe bem seus recursos para transferir a outro setor, o governo, que gasta mal suas receitas. "O empresário brasileiro investe no Brasil, reinveste no seu business. Então, vai tirar de um setor que aplica bem para dar a um segmento que aplica mal", disse Furlan.

A adoção de um imposto sobre fortunas voltou a ser debatida no Brasil depois que o investidor Warren Buffett defendeu o aumento de impostos para os mais ricos nos Estados Unidos. A ideia foi encampada por Liliane Bettencourt, principal acionista do grupo L'Oreal e segunda pessoa mais rica da França.

"No Brasil este imposto não se aplica", argumentou Furlan. "Primeiro porque a tributação de fortunas é uma coisa para o futuro e terá de vir num sistema brasileiro e pela declaração do Imposto de Renda. Depois, porque somos uma sociedade muito diferente da americana."

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