Fusão da Embratel com a Claro faz parte de 'tendência mundial', diz presidente da Telebrás

Para Santanna, apesar de negócio aumentar a concentração do setor, efeito de possível fusão não deve ser marcante porque as empresas já pertecem ao mesmo grupo

Leonardo Goy, da Agência Estado,

26 de maio de 2010 | 14h07

o presidente da Telebrás, Rogério Santanna, disse nesta quarta-feira, 26, que a possível fusão da Embratel com a Claro,- ambas controladas pelo empresário mexicano, Carlos Slim - "faz parte de uma tendência mundial de consolidação das empresas do setor". Santanna, porém, ressaltou que com isso aumenta a concentração e diminui a concorrência. Mas no caso da Embratel e da Claro, afirmou, o efeito não deverá ser tão marcante, uma vez que as duas empresas já pertencem ao mesmo grupo empresarial.

Santanna participou de audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado para discutir o Plano Nacional da Banda Larga que tem no relançamento da estatal Telebrás o seu ponto mais polêmico.

Já o diretor-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil), Eduardo Levy, que também participou da audiência, não quis se manifestar sobre a possível fusão das duas empresas, noticiada nesta quarta pela Folha de S.Paulo. Ele disse que por representar um sindicato do setor não poderia fazer avaliações sobre ações individuais das empresas.

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