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Fusões e aquisições devem crescer, apesar da desaceleração econômica

Executivo da Intralinks afirma que há demanda reprimida por fusões e aquisições, pois empresas precisam se capitalizar

Mônica Scaramuzzo, O Estado de S. Paulo

06 de maio de 2015 | 16h50

Apesar do pessimismo em relação aos rumos da economia brasileira, as operações de fusões e aquisições devem voltar com mais força a partir do terceiro trimestre, segundo Claudio Yamashita, diretor-geral da Intralinks, no Brasil, que divulga o indicador Deal Flow Predictor (DFP) para mensurar transações no mercado.

Pesquisa da Intralinks mostra que 62% dos executivos ouvidos no País estão pessimistas mas, mesmo assim, 36% esperam participar de mais negócios nos próximos meses. Outros 33% esperam que o volume total de operações no mercado também aumente.

"Há uma demanda reprimida e muitas empresas precisam se capitalizar", disse Yamashita. O DFP, da Intralinks, é um indicador para o mercado futuro de fusões e aquisições, feito com base no rastreamento dos estágios iniciais dessas transações de negócios pelo mundo, que consegue prever com seis meses de antecedência os acordos antes de seu anúncio público.

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