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‘Gestão da dívida pública está confortável mesmo com crise’

Segundo o Tesouro, colhão de liquidez permitiria ao governo ficar seis meses sem vender títulos nos leilões semanais, caso haja uma piora no cenário internacional

Adriana Fernandes e Renata Veríssimo, da Agência Estado,

21 de dezembro de 2011 | 16h43

BRASÍLIA - O coordenador de Operações da Dívida  Pública do Tesouro Nacional, José Franco de Morais, afirmou nesta quarta-feira, 21, que a gestão da dívida pública está confortável mesmo nesse momento de crise internacional. "Continuamos fazendo os nossos leilões com resultados muito bons", afirmou.

Segundo ele, caso haja uma piora da crise internacional, o Tesouro tem um colchão de liquidez que permite ao governo ficar seis meses sem vender títulos nos seus leilões semanais. Outra vantagem, destacou ele, é que a maior parte da dívida interna é rolada por investidores locais. Apenas 11,4% do total da dívida está na mão dos investidores estrangeiros.

"A parcela de detentores estrangeiros é relativamente pequena. Por um lado, isso dá segurança já que a grande maioria dos detentores locais é responsável pela rolagem da divida", disse ele, acrescentando que o Brasil não tem enorme necessidade dos estrangeiros para efeito da rolagem da dívida. Ele ponderou, no entanto, que a participação de estrangeiros na compra de títulos da dívida interna é importante "em termos qualitativos" , porque esses aplicadores têm preferência por papeis prefixados e de longo prazo.

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