Roosevelt Cassio/Reuters
Roosevelt Cassio/Reuters

GM não está blefando, diz sindicalista

Presidente da General Motors Mercosul confirmou que a situação da empresa é crítica

Redação, O Estado de S.Paulo

23 Janeiro 2019 | 04h00

Em reunião na terça-feira, 22, com dirigentes sindicais de São Caetano do Sul e de São José dos Campos (SP), o presidente da General Motors Mercosul, Carlos Zarlenga, confirmou que a situação da empresa é crítica e que medidas precisam ser adotadas com urgência para garantir novos investimentos. A ideia é evitar o fechamento de fábricas, a exemplo do que está ocorrendo nos EUA e em outros países.

“Ele não está blefando”, disse o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano, Aparecido Inácio da Silva. Propostas para viabilizar novos projetos serão feitas individualmente a cada uma das cinco fábricas. A primeira é a de São José, cujos funcionários avaliam em assembleia hoje se abrem negociações. Em São Caetano as propostas serão feitas hoje e levadas para assembleia na próxima semana.

Na sexta-feira, em carta a funcionários, Zarlenga disse que a ordem da matriz é voltar ao lucro. Informou que conversou com governos, fornecedores e revendedores e todos se mostraram flexíveis para negociar. 

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