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Governo deve manter volume de gás importado da Bolívia

No ano passado, a Petrobras pôde ceder uma parte do gás, que foi remetido pela Bolívia à Argentina

Denise Chrispim Marin,

18 de fevereiro de 2008 | 15h32

O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, reiterou hoje que o governo brasileiro não vai abrir mão do direito de exigir o volume máximo de gás natural da Bolívia, de 30 milhões de metros cúbicos por dia, conforme prevê o contrato firmado com a Petrobras.

Amorim afirmou que no ano passado a Petrobras pôde ceder uma parte do gás, que foi remetido pela Bolívia à Argentina, e também exportar energia hidrelétrica para o seu principal sócio do Mercosul. Mas explicou que, no atual momento, há uma grande dificuldade de se repetir essa fórmula.

Ele completou que se houver melhoria na situação energética nos próximos meses, o atual quadro pode se reverter e o Basil estará pronto a ajudar a Argentina. No próximo sábado (dia 23), em Buenos Aires, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tratará dessa questão com seus colegas Evo Morales, da Bolívia e Cristina Kirchner, da Argentina.

Questionado sobre a dificuldade política de o Brasil não ceder à proposta boliviana para atender seu principal parceiro, a Argentina, Amorim disse que tinha certeza de que o tema será previamente tratado entre os presidentes Lula e Cristina Kirchner na sexta-feira (dia 22), véspera do encontro com Morales.

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