Greve geral prejudica os negócios na Francal

Feira, que termina nesta sexta-feira (12), tem movimento abaixo do esperado e reclamação de expositores

Rene Moreira, especial para O Estado de S. Paulo,

11 de julho de 2013 | 07h53

FRANCA - Aguardada com expectativa para alavancar a produção no segundo semestre do ano, a 45ª Francal (Feira Internacional da Moda em Calçados e Acessórios), que acontece no Anhembi, em São Paulo, entra em seu penúltimo dia em meio a frustração por parte de muitos expositores. Eles culpam os protestos e as greves pelo baixo movimento registrado até agora no evento.

A expectativa de 60 mil visitantes não deve ser atingida mesmo com a ampliação do horário nos dois primeiros dias, que tiveram quatro horas a mais de funcionamento. A Francal vai até esta sexta-feira (12) e a ausência foi sentida também com relação aos políticos que, acostumados a desfilar pelos estandes, este ano não apareceram. Nem mesmo o governador do Estado, Geraldo Alckmin (PSDB), e o prefeito da capital, Fernando Haddad (PT), deram as caras.

Nos corredores, acostumados a ficarem lotados, neste ano é possível caminhar tranquilamente devido ao baixo público. Mas os organizadores ainda estão otimistas e para tentarem sentir menos os efeitos da greve desta quinta (11) colocaram ônibus extras para levar compradores dos hotéis até o Anhembi.

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