HRT anuncia 3º poço offshore da Namíbia como seco

A HRT anunciou que o poço Moosehead-1, terceiro offshore da Namíbia, foi considerado seco. O objetivo da exploração era testar o prospecto Moosedhead, localizado na Petroleum Exploration License 24 (PEL-24), na Bacia de Orange, para verificar o potencial para óleo de reservatórios carbonáticos de idade Barremiana, considerados equivalentes aos reservatórios do pré-sal do Brasil e de Angola.

MARCELLE GUTIERREZ, Agencia Estado

09 de setembro de 2013 | 21h41

O poço, de acordo com fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), era similar a reservatórios do pré-sal, mas a porosidade estava menos desenvolvida que o esperado e, por isso, está sendo considerado seco.

"Moosehead-1 situa-se em lâmina d`água de 1.716 metros e foi perfurado a uma profundidade total de 4.170 metros. O poço foi perfurado, perfilado a cabo e P&A (Plugged and Abandoned), em um total de 47 dias, pela sonda semissubmersível Transocean Marianas. O desempenho operacional e de segurança foram excelentes. Com isso, a HRT completa sua campanha exploratória na Namíbia e a Transocean Marianas está disponível para sublocação", informou a companhia.

A HRT opera 10 blocos offshore na Namíbia com quatro licenças de exploração de petróleo. Nos três primeiros poços da atual campanha de exploração, a GALP Energia é parceira da HRT, com 14% de participação.

Apesar de considerado seco, o CEO da HRT, Milton Franke, destacou que a primeira campanha é importante por fornecer informações geológicas. "Concluímos essa campanha com o entendimento de que ambas as bacias de Orange e de Walvis, testadas pela perfuração, são produtoras de óleo e gás, que novos esforços exploratórios trarão descobertas comerciais de hidrocarbonetos e que a HRT fará parte do futuro da exploração na Namíbia", disse Franke, em comunicado.

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