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HRT consegue mais prazo para explorar costa da Namíbia

O governo da Namíbia estendeu por dois anos o prazo do primeiro período exploratório da HRT nos blocos 2112B e 2212A, situados na bacia sedimentar marítima de Walvis.

REUTERS

20 de abril de 2011 | 18h53

A licença da HRT para explorar esses blocos na costa da Namíbia se encerraria em 6 de junho, após três anos desde a concessão da licença. A HRT tem 100 por cento dos blocos.

De acordo com a companhia, o governo da Namíbia entendeu que o porte da campanha no país justificava um prazo maior.

"O MME (Ministério de Minas e Energia da Namíbia) destacou a magnitude da campanha de aquisição de dados sísmicos 3D como sendo a maior já realizada na Namíbia. Mencionou também que este levantamento é aproximadamente 26 vezes maior que o compromisso exploratório inicialmente assumido", disse a HRT em um comunicado nesta quarta-feira.

Esses dois blocos da HRT na Namíbia são contíguos e abrangem uma área de aproximadamente 11 mil quilômetros quadrados, em lâmina d'água entre 300 e 1.400 metros. A HRT possui mais três concessões na Namíbia, na sub-bacia de Orange, onde possui 40 por cento de participação.

Além da campanha na África, a HRT possui 55 por cento de participação em 21 blocos exploratórios localizados na bacia do Solimões (AM).

VENDA

Nesta quarta-feira venceu o prazo do acordo de acionistas da HRT que impedia a venda de ações da companhia, conhecido como período de 'lock up'. Segundo fato relevante publicado na noite de terça-feira, os acionistas representativos de 32,3 por cento do capital da companhia informaram que se houver venda de ações será de maneira organizada.

Os acionistas, na maioria fundos de investimentos, informaram que a venda de ações pode acontecer até 20 de maio, com possibilidade de prorrogação por 30 dias.

(Por Denise Luna)

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