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Inadimplência das empresas cai 7,9% em abril ante março, diz Serasa

Segundo entidade, atividade econômica aquecida e feriados de Tiradentes e Páscoa contribuíram para redução do indicador

Renata Pedini, da Agência Estado,

25 de maio de 2011 | 16h33

A inadimplência das empresas caiu 7,9% em abril em relação a março, informou nesta quarta-feira, 25, a Serasa Experian. Segundo a entidade, a atividade econômica aquecida e os feriados de Tiradentes e Páscoa, além do menor número de dias úteis (19 dias em abril contra 21 dias úteis em março) contribuíram para a redução do indicador de inadimplência.

Em nota, a Serasa Experian diz que "o aumento dos juros e o encarecimento do crédito para as empresas, decorrentes da política monetária para o combate à inflação, estão sendo compensados, em parte, pelo maior volume de vendas". No entanto, afirma também que "tal ambiente de custos financeiros mais elevados já produz uma inadimplência das empresas, em 2011, superior aos níveis de 2010".

De janeiro a abril deste ano, a inadimplência das empresas aumentou 3%, em relação ao mesmo período de 2010. Na comparação de abril de 2011 com abril de 2010, a Serasa Experian registrou alta de 8% na inadimplência.

Considerando a decomposição do indicador, a inadimplência nas dívidas bancárias foi o único item que apresentou crescimento de março para abril deste ano (7%). O registro de protestos diminuiu 12,9% e o de cheques sem fundo caiu 13,6%.

No primeiro quadrimestre do ano, o valor médio das dívidas das empresas com os bancos foi de R$ 5.073,92, alta de 6% ante igual período de 2010. Na mesma base de comparação, o valor médio dos títulos protestados ficou em R$ 1.705,21, alta de 7,5%. No caso dos cheques sem fundos, houve aumento de 2,5% do valor médio, para R$ 2.051,04.

Em relação ao porte das empresas, a inadimplência caiu em abril ante março entre todas elas, sendo que "a das micro e pequenas recuou 7,9%, a das médias 7,6% e a das grandes, 10%", diz a Serasa Experian. "Já na comparação com abril de 2010, todos os portes tiveram elevação: 8,4% nas micro e pequenas, 5,1% nas médias e 1,9% nas grandes empresas", completa a nota da entidade.

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