Inadimplência no Bradesco deve ficar estável no 4º tri

As taxas de inadimplência do Bradesco devem parar de subir e ficar estáveis, avalia o vice-presidente executivo e diretor de Relações com Investidores do Bradesco, Domingos Ferreira Abreu. "Nossa expectativa é de estabilidade e podemos até esperar uma redução no último trimestre do ano", disse Abreu durante teleconferência com a imprensa para comentar os resultados trimestrais do banco.

ALTAMIRO SILVA JÚNIOR, Agencia Estado

26 de outubro de 2011 | 11h42

O executivo destaca que, no último trimestre do ano, a liquidez da economia aumenta, por conta do décimo terceiro e a taxa de inadimplência tende a ficar menor. Ele afirmou ainda que as taxas de calotes para atrasos mais curtos, de 15 a 90 dias, já mostram redução na pessoa física e pessoa jurídica. O indicador total para esse período caiu de 4,1% para 3,9% do segundo para o terceiro trimestre.

O Bradesco registrou pequena alta da taxa de inadimplência no terceiro trimestre de 2011, principalmente devido à expansão dos calotes na pessoa física. O indicador total, considerando os atrasos acima de 90 dias, encerrou setembro em 3,8%, com pequeno aumento ante os 3,7% de junho. Na comparação anual, a taxa ficou estável. Na carteira de pessoa física, o indicador de inadimplência subiu de 5,7%, em junho, para 6%.

Abreu destaca que o Bradesco adotou um sistema que captura os calotes de forma mais rápida nos cartões de crédito. Por isso, boa parte do aumento da taxa na pessoa física se deve à adoção dessa nova tecnologia.

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