Inflação na China não é mais prioridade, diz ex-consultor do BC chinês

Segundo ex-consultor do Banco do Povo inflação na China já atingiu ponto máximo

Danielle Chaves, da Agência Estado,

22 de novembro de 2011 | 09h42

A inflação da China já atingiu o ponto máximo e o controle da alta dos preços não é mais uma prioridade política, afirmou Li Yang, ex-consultor do Banco do Povo da China (PBOC, o banco central do país) e atual vice-presidente da Academia de Ciências Sociais Chinesa.

No entanto, Li sugeriu que Pequim deveria começar a afrouxar gradualmente o racionamento de crédito para os bancos, embora tenha destacado que as autoridades deveriam manter a política monetária relativamente apertada até que a situação fique mais clara.

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da China teve alta anual de 5,5% no mês passado, menor do que a de 6,1% registrada em setembro. O avanço da inflação atingiu o pico em julho, quando houve aumento de 6,5% nos preços.

Li destacou que o crescimento econômico deverá ser lento no curto prazo e que vai demorar para que o mundo se recupere da atual crise financeira. Portanto, a China deve estar preparada para tal cenário e deve equilibrar suas políticas entre o controle da inflação e a promoção do crescimento econômico, afirmou Li. As informações são da Dow Jones. 

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