Investigação da PF avaliará impactos de irregularidades na Anac

Operação Porto Seguro deflagrada ontem pela PF indiciou diversos agentes públicos, entre eles o diretor de Infraestrutura da Anac

Aline Bronzati, da Agência Estado,

24 de novembro de 2012 | 18h41

SÃO PAULO - A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou há pouco, por meio de nota à imprensa, que foi determinada instauração imediata de processo administrativo para apurar se as supostas irregularidades deflagradas na Operação Porto Seguro da Polícia Federal tiveram algum impacto na Agência. "A Anac continuará a colaborar integralmente com as investigações da Polícia Federal", ressalta o órgão.

A Agência explica, no documento, que a investigação foi determinada em razão da Operação Porto Seguro deflagrada ontem pela PF, que culminou no indiciamento de diversos agentes públicos, entre eles o diretor de Infraestrutura da Agência Nacional de Aviação Civil, Rubens Carlos Vieira. O diretor-presidente, Marcelo Pacheco dos Guaranys, foi quem determinou a abertura de processo administrativo no âmbito da ANAC.

Mais cedo, a presidência da República determinou o afastamento ou exoneração de todos os servidores indiciados na Operação Porto Seguro da Polícia Federal. Os diretores da Anac e Paulo Rodrigues Vieira, da Agência Nacional de Águas (ANA), serão afastados.

Já a chefe do escritório da Representação da Presidência em São Paulo, Rosemary Nóvoa de Noronha, indiciada por corrupção e tráfico de influência, e o advogado geral da União substituto, José Weber Holanda, o número dois da AGU, serão exonerados.  

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