Informação para você ler, ouvir, assistir, dialogar e compartilhar!
Tenha acesso ilimitado
por R$0,30/dia!
(no plano anual de R$ 99,90)
R$ 0,30/DIA ASSINAR
No plano anual de R$ 99,90

JP Morgan e Deutsche lideram ranking de fusões e aquisições, diz Anbima

Banco brasileiro melhor colocado é o BTG Pactual, na quarta posição

Altamiro Silva Júnior, da Agência Estado,

18 de agosto de 2010 | 13h54

O banco de investimento JP Morgan é o líder do ranking de fusões e aquisições divulgado hoje pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima), que leva em conta as operações anunciadas no período. O banco foi responsável por coordenar operações de R$ 25,4 bilhões. Nas operações anunciadas, os bancos estrangeiros dominam as primeiras posições. Após o JP, aparecem o alemão Deutsche e o Credit Suisse. O brasileiro melhor colocado é o BTG Pactual, na quarta posição, seguido pelo Morgan Stanley.

No ranking de operações efetivamente complementadas no primeiro semestre, o líder foi o Deutsche Bank, com R$ 10,9 bilhões. O destaque foi a Estater, butique financeira brasileira, na segunda posição, com R$ 7,4 bilhões. A empresa cuidou da assessoria da aquisição do Ponto Frio pelo Pão de Açúcar e também da associação do grupo de Abílio Diniz com a Casas Bahia.

A Anbima também divulgou o ranking de fusões por número de operações. Os líderes são o Itaú BBA e o JP Morgan, ambos com nove operações. O Bradesco Banco de Investimento (BBI) aparece em seguida, com sete negócios.

No primeiro semestre, o volume anunciado de fusões e aquisições no Brasil cresceu 43% e somou R$ 84,8 bilhões. Foi o maior volume para o período desde 2006, puxados por negócios entre empresas brasileiras ou de companhias do Brasil comprando estrangeiros. Foram anunciadas 59 operações no período. Para 2011, a Anbima prevê recorde de negócios, que podem superar o volume de 2007, quando movimentou R$ 136,5 bilhões.

O coordenador do subcomitê de fusões e aquisições da Anbima, Bruno Amaral, que também é executivo do BTG Pactual, destaca o aumento do valor médio das operações. As fusões e aquisições acima de R$ 1 bilhão cresceram 37,3% no período. O executivo destaca o crescimento dos negócios do setor químico e petroquímico e o de siderurgia, que responderam, respectivamente, por 16,8% e 20,2% das operações anunciadas entre os meses de janeiro e junho. O setor agrícola também se destacou, ficando com 23,4% das operações.

Sobre a posição do BTG no ranking, Amaral diz que o banco poderia ficar melhor posicionado, mas acabou atrasando a entrega na Anbima da documentação de algumas operações que participou. 

Tudo o que sabemos sobre:
AnbimaJP MorganDeutsche

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.