Justiça congela bens de controladora de mina no Chile

Um tribunal chileno acatou nesta sexta-feira um pedido do governo para que fosse totalmente congelado o patrimônio da empresa que opera a Mina San Esteban com o objetivo de cobrir os custos do resgate de 33 mineiros presos há 50 dias a 700 metros da superfície.

RICARDO GOZZI, Agencia Estado

24 de setembro de 2010 | 20h02

O congelamento do patrimônio da empresa, calculado em quantia equivalente US$ 9,7 milhões, inclui os direitos de mineração da mina de ouro e cobre onde os mineiros estão presos, além de maquinaria, equipamentos e veículos a ela pertencentes.

"Trata-se de um primeiro passo na direção de uma exigência formal de levantamento de recursos para pagar pelos custos dos esforços de resgate", declara o Conselho de Defesa de Estado, responsável pela administração do orçamento do governo, em seu pedido à justiça.

A companhia mineradora já passava por aperto financeiro em 5 de agosto, quando ocorreu o acidente que deixou 33 mineiros presos. Ontem foi estipulado um prazo de 30 dias para que a empresa elabora um plano para continuar operando ou dê início a um processo de falência. As informações são da Dow Jones.

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