Lexmark anuncia reestruturação e 1,7 mil demissões

Economia com cortes deve ser de US$ 95 milhões por ano; empresa sairá do mercado de impressoras a jato de tinta 

Priscila Arone, da Agência Estado,

28 de agosto de 2012 | 13h53

NOVA YORK - A Lexmark International informou nesta terça-feira que não vai mais desenvolver ou fabricar impressoras a jato de tinta. A reestruturação também inclui a demissão de cerca de 1,7 mil funcionários, o que representa 13% de sua força de trabalho no mundo todo, o que deve representar uma economia de US$ 95 milhões por ano.

A empresa luta com a queda da demanda de seus produtos de impressão, o que levou à decisão de deixar o mercado de impressoras a jato de tinta e de se focar em impressoras de melhor performance para empresas e em softwares de gestão de documentos eletrônicos.

No entanto, a crescente oferta de serviços da empresa não conseguiu superar a queda nas receitas. "Nossos investimentos estão concentrados em imagens mais precisas e em soluções de software e nós acreditamos que as sinergias entre os serviços de imagem e software para empresas continuarão a impulsionar o crescimento em toda a organização", disse o executivo-chefe, Paul Rooke.

A Lexmark disse que vai fechar sua fábrica de suprimentos para impressoras a jato de tinta, sediada nas Filipinas, até o final de 2015. Até o final de 2013, a empresa planeja eliminar o desenvolvimento de impressoras a jato de tinta em todo o mundo. As informações são da Dow Jones.

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